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Tocantins

Jovem é indiciado por estupro de vulnerável na Praia da Graciosa

A Polícia Civil concluiu o inquérito que apurou o crime de estupro de vulnerável ocorrido na Praia da Graciosa, em Palmas, e indiciou um homem de 26 anos identificado pelas iniciais D.L.R. O caso aconteceu no dia 15 de fevereiro de 2026 e ganhou grande repercussão após vídeos do abuso circularem nas redes sociais. As […]


A Polícia Civil concluiu o inquérito que apurou o crime de estupro de vulnerável ocorrido na Praia da Graciosa, em Palmas, e indiciou um homem de 26 anos identificado pelas iniciais D.L.R. O caso aconteceu no dia 15 de fevereiro de 2026 e ganhou grande repercussão após vídeos do abuso circularem nas redes sociais.

As investigações foram conduzidas pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de Palmas e apontaram que a vítima estava em situação de extrema vulnerabilidade, sem condições de oferecer resistência no momento do crime.

Durante a apuração, a Polícia Civil reuniu depoimentos, laudos periciais e outros elementos técnicos que embasaram o indiciamento do suspeito. O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário, responsáveis pela análise das medidas judiciais cabíveis.

Vídeo do abuso segue sendo investigado

A investigação referente à gravação e divulgação das imagens foi desmembrada e continuará em andamento. Segundo a Polícia Civil, novas diligências serão realizadas para identificar quem produziu e compartilhou o conteúdo inicialmente nas redes sociais.

A delegada Fernanda Siqueira Correia destacou a gravidade do caso.

“Trata-se de um crime de extrema gravidade, praticado contra uma vítima em situação de absoluta vulnerabilidade. A Polícia Civil conduziu uma investigação minuciosa para reunir todas as provas necessárias e promover a responsabilização criminal do autor. As diligências relacionadas à gravação e à divulgação das imagens prosseguem”, afirmou.

Guardas metropolitanos foram afastados

O caso provocou questionamentos sobre a atuação de agentes públicos, já que imagens indicavam que o abuso teria ocorrido nas proximidades de uma viatura e de uma base da Guarda Metropolitana de Palmas.

Após a repercussão, procedimentos administrativos foram instaurados para apurar possível omissão de agentes que estavam de serviço no local. Três guardas metropolitanos chegaram a ser afastados preventivamente enquanto as circunstâncias eram investigadas.

A Polícia Civil reforçou que denúncias de violência contra a mulher podem ser feitas nas Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher e por meio dos canais oficiais de denúncia.

Conforme a legislação vigente, o crime de estupro de vulnerável pode resultar em pena de até 18 anos de prisão, enquanto a divulgação de imagens relacionadas à violência sexual também pode gerar responsabilização criminal, com penas que variam de quatro a dez anos.

A investigação sobre a disseminação das imagens permanece em andamento.

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