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Tocantins

Empresária investigada em esquema envolvendo UPAs de Palmas se apresenta e tem prisão cumprida

Cláudia Fernanda Cândido da Silva era considerada foragida desde a decretação da prisão preventiva na Operação Falsa Emergência A Polícia Civil do Tocantins cumpriu, na manhã desta segunda-feira (15), o mandado de prisão preventiva contra a empresária Cláudia Fernanda Cândido da Silva, investigada na segunda fase da Operação Falsa Emergência, que apura supostas irregularidades na […]


Cláudia Fernanda Cândido da Silva era considerada foragida desde a decretação da prisão preventiva na Operação Falsa Emergência

A Polícia Civil do Tocantins cumpriu, na manhã desta segunda-feira (15), o mandado de prisão preventiva contra a empresária Cláudia Fernanda Cândido da Silva, investigada na segunda fase da Operação Falsa Emergência, que apura supostas irregularidades na gestão das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Palmas.

A investigada se apresentou espontaneamente à Justiça, acompanhada de advogado, por volta das 8 horas, no Fórum de Palmas. A ordem de prisão havia sido expedida pela 1ª Vara Regional das Garantias da Comarca de Palmas.

Após a apresentação, Cláudia Fernanda passou pelos procedimentos legais, incluindo audiência de custódia, e teve a prisão formalmente cumprida. Em seguida, a custódia foi transferida para a Polícia Civil, por meio da Divisão Especializada de Repressão à Corrupção (DECOR), responsável pelas investigações.

Posteriormente, a empresária foi encaminhada ao Quartel do Comando-Geral (QCG), onde permanecerá à disposição da Justiça.

Operação Falsa Emergência

A Operação Falsa Emergência investiga um suposto esquema de irregularidades relacionado ao termo de colaboração firmado para a administração das Unidades de Pronto Atendimento de Palmas.

Segundo a Polícia Civil, as apurações envolvem suspeitas de crimes contra a Administração Pública, falsidade documental, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

As investigações buscam esclarecer a aplicação de recursos públicos, a regularidade dos contratos firmados e a participação dos envolvidos no suposto esquema.

Ao longo da operação, a Polícia Civil já cumpriu mandados de busca e apreensão e prisões autorizadas pelo Poder Judiciário.

Investigações continuam

A Polícia Civil informou que as investigações seguem em andamento para aprofundar a apuração dos fatos, identificar possíveis beneficiários e reunir novos elementos que possam subsidiar futuras responsabilizações criminais e cíveis.

As autoridades destacam que todos os investigados têm garantidos os direitos ao contraditório, à ampla defesa e ao devido processo legal.

A apresentação espontânea da empresária encerra sua condição de foragida, mas não altera o andamento das investigações e dos procedimentos judiciais relacionados ao caso.

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